Tendências de Marketing 2027: busca por IA, social commerce, creators e o fim da atribuição
Publicado em
Vídeo em Português, publicado pelo canal RUNNINGDIGITAL.
Sobre este conteúdo: O resumo, os principais pontos e os temas abaixo são gerados automaticamente a partir da transcrição do vídeo. Eles refletem o conteúdo, opiniões, afirmações e previsões apresentadas no vídeo e não representam posicionamento, validação ou verificação de fatos pelo All The Gate.
Resumo do vídeo
O episódio aborda as principais tendências de marketing digital e comportamento de consumo para 2027, destacando a transformação nas buscas por inteligência artificial, o crescimento do social commerce e do TikTok Shop, a ascensão de redes de afiliados e criadores de conteúdo (UGC/nanoinfluenciadores), o retorno do branding e a perda de eficácia dos modelos tradicionais de rastreamento e atribuição.
Principais pontos
- No Brasil, 72% das pessoas já testaram ou aceitam que um agente de IA faça compras por elas.
- Estudos indicam que apenas 8% das pessoas clicam em links nos buscadores tradicionais, número que cai para 1% quando a IA entrega um resumo pronto.
- O TikTok Shop nos Estados Unidos registrou meio bilhão de dólares em vendas durante a semana da Black Friday.
- A produção de conteúdo criativo tende a ficar muito barata, enquanto o desafio central será fazer com que a marca seja escolhida e notada.
- O modelo tradicional de atribuição e rastreamento de anúncios perde eficácia devido a jornadas de compra fragmentadas e não lineares.
- O marketing de afiliados exige uma gestão estruturada comparável a uma equipe comercial, indo muito além de simplesmente recrutar pessoas.
Temas
Inteligência ArtificialBuscas por IASocial CommerceTikTok ShopMarketing de AfiliadosCriadores de ConteúdoBrandingAtribuição
Transcrição do vídeo
Texto das legendas disponíveis; pode conter erros.
No Brasil, 72% das pessoas já testaram ou topam deixar que um agente de A faça compra por eles. >> A decisão de compra tá sendo tomada no invisível. >> 56% das empresas dizem não ter verba pra estratégia que planejaram. O TikTok Shop nos Estados Unidos na semana do Black Friday vendeu meio bilhão de dólares. O afiliado, ele não é seu funcionário. Se eu não gero nenhum tipo de memória de marca na cabeça do cliente que eu quero atrair, o cliente vai confiar na Ya. E agora, em 2027, o que que uma marca precisa fazer para ser escolhida? No Brasil, 72% das pessoas já testaram ou topam deixar que um agente de A faça compra por eles. Nas buscas, com o resumo de IA, somente 8% das pessoas clicam em algum link contra 15% quando a busca não entrega um resumo. E agora em 2027, o que que uma marca precisa fazer para ser escolhida? E esse é o marketing à mesa, o podcast onde a gente senta com quem constrói marketing e marca de verdade, sem receita pronta, porque a gente é antimarketing, fast food. >> Eu e o Josafá estamos à frente da Running Digital, agência especialista em TikTok for Business e em Growth Marketing Autoral. E nós vamos abrir a nossa cozinha. >> E hoje eu, Larissa, o nosso time todo, né, Larissa? Sentou para discutir quais são as tendências de marketing digital. fugindo dos clichês que a gente vai ver, não só marketing digital, marketing, né, em 2027, porque a gente tá falando de comportamento de consumo em diferentes canais. Então, a gente reuniu todo mundo, discutiu, viu na prática de uma agência que trabalha com dezenas de clientes o que realmente vai tá na mesa em 2027. E agora nós vamos percorrer esse caminho, né, Lari? É isso aí, Jose. A tese aqui em 2027. Produzir conteúdo e fazer anúncios vai ficar quase de graça. O que vai ficar caro é o que que eu faço para ser escolhido. E é dessa forma que a gente vai abrir a nossa cozinha. >> Lara, exatamente. Você produzir conteúdo criativo vai ser quase de graça. Já está quase de graça. Mas fazer alguém parar o feed, realmente prestar atenção na sua marca, no seu conteúdo, como é que eu faço isso? A gente vai responder isso aqui, mas a primeira tendência que eu quero trazer paraa mesa pra gente conversar é sobre as buscas por IA. Porque a gente já vem falando há bastante tempo como os cliques nos links têm desaparecido, isso tem aumentado cada vez mais. Tanto que eu tenho estudo aqui do Instituto PI, que acompanhou 900 adultos nos Estados Unidos em 69.000 buscas. E quando as esses adultos buscavam nos buscadores, hoje só 8% clicavam no em algum link. Quando a resposta já vem feita pela IA, o resumo ali no Google, só 1% clica no link de referência. Isso muda tudo, né, Lari? Total, Josa. E a gente tem também um dado da Macken que diz que só de 5 a 10% dos canais da marca é que realmente impactam nessa nesse resultado que aí atrás pro usuário final. O que que isso quer dizer? é que além da marca cuidar dos próprios canais dela, do site, do blog, ela precisa cuidar de social, de reputação, de imprensa, de Google Meu Negócio, de como ela está aparecendo nos outros canais e o que as pessoas estão falando daquela marca. Isso tem sido cada vez mais relevante para as marcas. Então, é quais são as conversas, o que que as pessoas estão falando sobre ela? E a IA vai olhar para isso, né? Então, se hoje a gente tem, a gente já trouxe aqui inúmeros dados de que as pessoas estão adeptas a confiar no resumo que é I atrás na busca e estão dispostas a fazer com que um agente de A faça compra por elas, a marca que não tá olhando para como a IA está recomendando a sua marca já tá começando a perder espaço de mercado. >> Muito interessante. Então, a gente tem hoje, ainda tem hoje negócios que eles são muito baseados na fonte de aquisição de tráfego orgânico. Eu diria que esses negócios eles eles precisam repensar urgentemente, né, a forma que eles atraem consumidores, porque uma vez que as pessoas não estão mais clicando em links, as pessoas estão lendo o review da IA, significa que eu não tô mais atraindo pessoas pro meu site. É verdade. >> Né? E aí, como eu apareço na IA, é toda uma outra questão que a gente vai abordar, né? muito ligado à reputação. Mas então aqui eu tô falando de um um comportamento de busca que o o link no clique praticamente desaparece em 2000 202 isso vai se acentuar muito mais. Então acho que a tendência é essa, uma acentuação muito grande. E aí Lari, a pessoa ela faz uma escolha a partir do que a Iá recomenda, né? É uma escolha muito fria. A pessoa, por exemplo, eu posso pensar, vou fazer um banner incrível aqui, é uma embalagem maravilhosa, mas paraá isso não importa. >> Não importa o banner, porque a pessoa vai, a Iá vai tomar uma decisão de outra forma. >> Uhum. E aí as pessoas podem pensar: "Tá bom, beleza, agora que a IA vai, a pessoa vai pesquisar, não vai clicar, não vai acessar meu site", ou seja, a pessoa muitas vezes não vai conhecer a cor da marca, a logo, ela vai tomar uma decisão ali no chat GPT. Isso impacta para quem tá assistindo a gente, os os profissionais de marketing, CMOs, na forma com que você inclusive aloca recurso né Lari? >> Eh, como é que é um resumo pra gente de como é que eu apareço na busca da IA, né? Porque isso abre uma série de frentes de trabalho >> total. Eh, um dos pontos é o trabalho feito em social com os GCs. Então, usam os GCs, os criadores de conteúdo, micro, nano, influenciadores, o que que os criadores de conteúdo estão falando sobre a sua marca dentro das redes sociais. Além disso, outros canais que tenham boa reputação. O que esses canais estão falando da sua marca? avaliações, reclame aqui, eh, imprensa, outros portais de relevância e entender o que que tá sendo falado sobre a sua marca, porque muitas vezes a gente a gente já gravou um episódio aqui, a gente vai deixar na descrição o episódio falando sobre GEO, que quem tem interesse nesse assunto vai complementar super bem o que a gente tá falando, em que a gente deu um exemplo sobre eh uma mulher que quer um tênis branco, né? Se antes a pessoa ia buscar quer um tênis branco, hoje ela vai dizer: "Eu tenho esse estilo de atividade física, tenho essa altura, tenho esse tipo de de problema ou de dor ou de desconforto e eu preciso de um tênis assim assim assado. Aí a já vai fazer avaliação por ela." Então isso elimina uma série de uma série de pontos dentro da jornada, né? A gente tem até uma analogia que a gente usa, né, Josa, com um segurança de balada, né? É como se a pessoa tivesse chegando na balada, querendo entrar dentro daquela festa e o segurança falasse para essa pessoa que tá querendo entrar na fila, né? Pera aí, deixa eu ir lá olhar lá dentro, eu te falo o que que tá acontecendo e aí eu te digo se faz sentido tu entrar ou não, né? >> Calma aí, Lara. O segurança de balada tá falando que é o Google, o chatpt que tá escondendo o link do tipo, você não vai clicar, eu que vou dizer para você como é que tá lá dentro. >> É isso aí. Além do segurança, não, ele não vai olhar se a se se a pessoa que tá entrando na balada é qualificada ou não, né? no caso o Google e o chat EPT, né? Ele vai olhar na balada e já vai dizer pra pessoa: "Faz sentido você entrar ou não faz sentido você entrar, né?" >> Muitas vezes vai dizer e a como a festa tá e vai embora, nem entra, né? Porque às vezes muitas vezes a pessoa vai ler ali, consumir toda a informação e nem acessar o site, não vai entrar na balada, né? É isso mesmo. O insite que fica também, né, Josa, como a gente tá falando aqui com lideranças de marketing, com CMOs, é que o que o Google e o chat GPT, que a gente tá dando aqui de exemplo, né, levam pro usuário, não é o que a marca fala sobre si, mas é o que os outros canais, as outras pessoas falam sobre essa marca. Então o Google e o chatpt, ele vai olhar qual é a reputação dessa marca, o que que as pessoas estão falando sobre ela para levar esse esse resultado pro usuário final, né? >> Tá? Então você tá dizendo que o esforço que que eu enquanto marca fiz de anos construindo meu blog, centenas de artigos, eh trazendo conteúdo que eu controlo falando sobre mim mesmo, não tem muito peso. >> É isso aí. É isso mesmo. O que a gente tá, o que a gente quer dizer é que tudo isso que você faz ao longo do tempo precisa entrar em sinergia com aquilo que você quer que o seu cliente final tenha de reputação. Então não adianta só ter um volume muito grande de buscas se o único canal que fala sobre a sua marca são os seus próprios canais. Se o seu canal, se a sua marca não aparece em nenhum outro canal, se ela não tem reputação, ela não gera diálogo, ela já ela não gera avaliação sobre ela, é bom, é ruim, não é? para quem que serve, quem que gosta, em quais nichos ela tá sendo falada. Não adianta nada você alimentar só os seus próprios canais, você tem que ter reputação com as pessoas. >> Muito interessante. E aí busca consenso, né? Então todos esses canais t que estar convergindo, não pode deixar em dúvida. É, >> inclusive a eu tenho anotado aqui, L fez uma pesquisa falando que só 5 a 10% das fontes de busca da IA, então 5 a 10% do que a IA colhe de informação para formar a opinião dela e o review dela, só 5 ou 10% é o seu fonte oficial do seu site. Ou seja, importa muito mais o que tá na porta para fora. Voltando no caso de segurança que você falou, >> é como que o segurança, o nosso é o chat e pt, chega a pessoa, o usuário, eu quero entrar, eu quero entrar na festa e ele fala assim: "Não, você não precisa entrar na festa. Vou te falar como é que tá a festa". Só que ao invés dele perguntar para quem tá dentro da balada, que é o blog da empresa, ele pergunta para quem não está dentro da balada. >> É isso aí. >> Então é impressionante como isso muda, né? >> Olha o desafio para quem tá ouvindo a gente. >> Exatamente. E o que nos leva pra segunda tendência, que é a chegada, contudo, dos agentes de IA. Mas antes, Lari, eu eu lembrei agora, a gente engatou no papo e a gente não brindou. >> Nossa, gente, como assim não brindamos? >> Saú Lari, eu sei que para muita gente que tá nos assistindo aqui vai pensar que os agentes fazendo compras por mim é coisa de ficção científica. A gente tem dados, você, você abriu aqui falando que um percentual muito grande de pessoas já fez compras através de agentes ou falaram que estariam dispostos a testar. >> Uhum. >> E aí as pessoas podem, que que é a compra por a gente, né? Basicamente um robô que vai lá e compra por mim, >> ele vai ter meu cartão de crédito, vai ter um limite que eu vou estipular, ele vai faz a compra por mim. Essa é uma realidade que já acontece, já existe, mas eu acredito em muita gente que tá pensando aqui, talvez, ah, então quer dizer que a gente vai comprar um carro por mim? >> Uhum. >> Mas não é isso, né, Lari? >> Não, não é isso, né? Eh, eh, essa esse comportamento de compra, ele já é uma realidade, né? Até nos bastidores, você tava trazendo um exemplo, né, Josa, de compras que você faz eh muitas vezes de forma recorrente em alguns marketplaces e aquela lista já vem pré-definida para você, para você não ter que pensar sempre quando você quer fazer uma compra. Então essa compra que ela é ela gera >> chata, recorrente, isso, sabão e itens de limpeza, são coisas chatas, mas que você já tem que comprar. aquilo poupa um pouco de energia e faz com que a Iá traga aquilo, aquela solução para você. Você já pode deixar recomendações sobre os produtos que você quer, sobre as as marcas que você gosta e ela já vai trazer aquilo. Então, o que que acontece? esse tipo de compra mais transitória ou simples, né, que a gente pode dizer mais recorrente >> do dia a dia, >> do dia a dia, ela vai fazer com que a gente gaste menos energia com isso e vai fazer com que a gente tenha mais energia, mais tempo e mais atenção para olhar e cuidar de compras mais caras, né, mais valiosas, como escolher um carro. A gente deu um exemplo de um vestido de noiva, não é que um agente de a vai escolher o seu vestido de noiva, mas que você vai dar mais valor para esse tipo de compra, né? Então, a gente tá falando que em 2027 a uma realidade que vai ser cada vez mais comum é que essas compras chatas, que eu particularmente não gosto de fazer, que já são da dispensa, da rotina, um agente vai ter acesso aí o que você precisa ao seu cartão e ele vai comprar já nos sites que você confia ou até mesmo se você der liberdade encontrar outros sites, né? Então esse esse agente ele pega essa compra de mercearia, a compra chata que ninguém gosta de fazer e ele assume. Então e geralmente lá no site que ele for comprar quem vai tá vendendo é um agente. >> Então a gente chega essa realidade, né, de um agente comprando de outro agente. >> Ah, e mas Lari, aqui tem um ponto, né? Se eu sou um dono de uma marca de ração de cachorro, sei lá, alguma coisa assim, eh, eu vou ter que convencer o agente a comprar de mim, a isso ou até mesmo o a pessoa que é o dono do agente, eu, você, vai ter pré-determinado, eu quero o meu sabão em pó dessa marca, né? >> Mas então isso cria uma, um, me parece uma confusão, uma loucura nessa engrenagem de venda, dessa commodity diária. >> É verdade. >> É isso. >> É isso mesmo, Jos. Então, o que que a gente tem? Ou a gente precisa que a marca faça um trabalho pré-compra, né? É um trabalho de descoberta para que o usuário final, o cliente final já escolha, já prédefina que aquela marca é a preferida dele, >> pro agente dele, >> pro agente dele saber que essa é a marca preferida dele. Ou ele vai ter que deixar muito claro quais são os critérios que fazem aquela marca ser importante, aquele produto ou aquele serviço, para que o agente entenda quais são os critérios que diferenciam aquele produto, aquele serviço e passe a recomendar por isso, aquele pros pros clientes ideais, né? E pra gente que tá por trás das estratégias da marca, significa que muitas vezes a todo um trabalho tradicional de branding que a gente faria com campanhas para fazer a pessoa entender qual o melhor amaciante, qual a melhor ração pro cachorro, ele ele vai ele não vai mais entrar na jornada de compra, porque o agente vai fazer vai fazer essa análise fria, né, baseada nos critérios que a gente acabou de falar, >> porque muitas vezes eu vou falar: "Olha, eu quero uma um produto assim com essas características e o a gente vai escolher, vai encontrar, né? Então o branding ele tem um papel fundamental no vestido de noiva, no carro, mas no produto do dia a dia aí pode ser que ele fique um pouco prejudicado, né? Ou até mesmo super importante, mas lá na etapa anterior, a etapa anterior ao agente entrar. É isso, né? >> É isso mesmo. É isso mesmo. A marca ela precisa, saber conversar. A gente tem falado muito isso, né? A marca tem que conversar com o cliente final, né? Então, não adianta eu me posicionar, dizer: "Sou isso, essas são minhas cores, essas são minhas bandeiras, se eu não gerar diálogo, se eu não gerar debate, né, discussões, enfim, que as pessoas falem e me incluam dentro da jornada delas". A gente falou então de buscas feitas em IAS como chattemai e etc. Sem links que eu não clico. A gente tá falando de agentes comprando pela gente, mas também a gente tem um fenômeno que os nossos, nosso time falou muito, Lari, que é o Social Commerce. >> A, o exemplo acho que mais forte, o TikTok Shop. Ou seja, você entra lá para ver um conteúdo, para ver um assunto que te interessa, de repente você clicou, comprou, o seu cartão de crédito já está salvo lá e você simplesmente entra e compra por impulso muitas vezes. Então o Social Commerce é algo que deve crescer muito, certo? É verdade. O TikTok chama esse funil de assisto, amo, quero, que é dentro da mesma plataforma, do mesmo ambiente. Você se interessa por algo com entretenimento, por entretenimento, por educação, desperta o seu interesse e você já toma a decisão de compra e tem a capacidade de comprar ali mesmo, sem muito atrito. E o que que a gente tem nesse social commerce? Outros criadores de conteúdo falando sobre os produtos e sobre os serviços. Então, é demonstração eh apresentação detalhamento de produto, de serviço, para que esse cliente perceba como é que isso se insere para mim, né? Por isso que a gente tem tanta compra por impulso, né? A gente chama tantas pessoas comprando por impulso, coisas que muitas vezes elas não precisam, mas porque aquilo aparece para elas de uma forma muito fácil, né, de como inserir na rotina e isso desperta o interesse das pessoas. E para quem não tem noção ainda do tamanho desse mercado, em 2025, o TikTok Shop nos Estados Unidos, na semana do Black Friday, vendeu meio bilhão de dólares. Esse ano os números serão muito mais astronômicos, com certeza. Quer dizer, não sei esse episódio vai antes ou depois da Black, >> enfim, a gente tá gravando antes da Black mas >> eh a gente tem e um um faturamento enorme do Brasil, né? A gente já teve vários casos a Granado no dia de estreia do TikTok Shop em uma live vendeu 18.000 produtos. Então o Live Commerce veio para ficar, é um fenômeno internacional, global, não só no Brasil. E ele contrasta um pouco com essa compra feita por IA. Ali a pessoa tá navegando e muitas vezes eh ela descobre um produto de uma marca que ela nunca viu na vida. Ela assiste um vídeo, um vídeo de um afiliado e ela, entre ela ver o vídeo e ela comprar, muitas vezes é menos de um minuto. >> Uhum. >> Então uma mudança total de comportamento de busca, né? Antes se se antes acessava o site da Amazon, ah, eu vou acessar o site da Amazon que eu tenho que encontrar um produto X. Agora, nesse cenário, nesse contexto, eu tô navegando no social, vendo um vídeo do meu criador favorito, de repente, opa, fiz uma compra. Eu mesmo já fiz isso várias vezes, >> algumas vezes me arrependi >> e e claro, né, a gente tá falando que muitas vezes a marca ela é desconhecida, mas a gente tem Ivisão Loran Prada entrando no TikTok Shop. Então, claro, também muitas vezes muitas vezes, muitas vezes eu tô ali navegando, entra uma marca que eu gosto muito, tem uma promoção, tem uma coisa muito atrativo, eu também posso comprar por impulso. >> É verdade. E a gente ouve eh ou alguns empresários falando, né, poxa, mas eu vou fazer a venda por um canal que não é o meu, isso não vai impactar na minha margem, tô usando um outro canal para fazer a venda. O impacto, a gente tem dados inclusive dos nossos clientes, né, Josa, o quanto que isso reverbera em todo em todas as etapas do funil, né? Você aumenta a descoberta, se gera reconhecimento de marca, gera descoberta, gera experiência com o produto. A gente teve, passou por aqui também o case da plaud, abrindo um parênteses, né, em que a plaud no começo para se inserir no mercado, ela deu o produto pr as pessoas utilizarem para que gerasse descoberta. Então é isso que essas plataformas, né, em que o Social Commerce tem esse papel, as pessoas descobrirem, terem acesso, conhecerem a sua marca e a partir da experiência você consegue ampliar seus canais, ampliar sua estrutura, ampliar, ampliar sua participação dentro do próprio canal. >> Com certeza. É um poderoso canal de descoberta que você pode atrair muitos clientes. É um preço muito mais barato que você teria em outros canais. Claro, a margem aí cada cada anunciante, cada marca vai ter que cuidar disso, né, para se manter saudável. Mas com certeza o o social e aqui no Brasil acho que a expressão mais forte é o TikTok Shop, é um negócio de louco, o que nos leva a nossa próxima tendência, né, Lari, que são os afiliados, >> que a Larissa, que é nossa diretora comercial, tenho certeza de cada 10 reuniões, nove, você escuta nela áreas marcas todas surtadas atrás do tal do bendito afiliado. >> É, é isso aí. A gente ouve diariamente as marcas chegando. Eu quero meus afiliados. Eu quero minha rede de afiliados. Como é que eu faço para montar minha rede de afiliados, Larissa? Quero começar ontem. E o que que a gente sempre fala pras marcas é que o afiliado ele precisa entrar dentro da estratégia quando você já tem algum repertório. O afiliado ele faz parte da sua construção de comunidade, né? Você tem os criadores de conteúdo, você tem os influenciadores, você tem os afiliados. Não são todos o mesmo papel, são papéis diferentes dentro da sua jornada. Então, para que um afiliado entre de forma estratégica dentro da sua da sua estratégia de marca, para que ele gere resultado em vendas, você antes de chegar no afiliado, você tem que saber como eu apresento o meu produto, quem é meu público, né, o seu serviço, quem é meu público, que tipo de apresentação que faz sentido. Então, você precisa gerar aprendizado, você precisa reter e fazer campanha com esses afiliados. premiar o resultado desses afiliados para que isso vire uma estrat um resultado de fato dentro da sua estratégia, né? Então não adianta você ter um monte de pessoas oferecendo seu produto se você não sabe para quem, de que forma, de que jeito, você precisa aprender isso antes para que depois os afiliados gerem resultado, né? E precisa de volume, né? A gente teve o episódio com a Lira aqui também, a gente vai recitar vários episódios aqui, né? Que a gente gravou ao longo do ano, que a Lira falou sobre TikTok Shop e ela trouxe muitos dados sobre isso também, né? Nossa, Lara, esse episódio com a Lira ficou muito bom. Inclusive, eh, a gente ouve muito nas reuniões uma confusão entre o que é afiliado, o que é si, o que é influenciador. Gente, para ser assim traduzir mesmo, o afiliado ele é um vendedor. Ele não vai fazer o papel do seu influencer, ele não vai fazer o papel do seu UGC, do seu micro nano creator. Ele é um vendedor. Ele ele tá no TikTok Shop, por exemplo. Óbvio, afilihado não é uma coisa nova, uma coisa que tá há muito tempo, mas agora teve uma explosão devido esse modelo de negócio do TikTok Shop, que o coração do TikTok Shop são os afiliados. TikTok ele a gente divide em duas formas, né? TikTok normal e TikTok Shopping. Então vamos lá. Afiliado ele é um vendedor, ele vende seu produto, ele é comissionado, ele quer ganhar dinheiro e ele ganha dinheiro só se ele vender. Então vamos lá. Ele vai fazer conteúdo, vai fazer conteúdo. Ele vai vender, mas ele não vai fazer conteúdo para trabalhar sua marca. Ele não vai fazer uma pub atributos que você queira ressaltar. Ele vai receber o briefing, vai receber o produto, amostra ou não e ele vai fazer o vídeo dele. Inclusive você perde esse controle da comunicação, que o afiliado vai fazer o gancho que ele quer, a forma que ele quer trabalhar. E a métrica de sucesso dele é venda. vendeu, você paga uma comissão para ele de 8, 10, 15, 20%, depende do que a sua marca quiser fazer. No caso do GC, Microcreator, Nano Creator, é uma pessoa que tá fazendo prova social, demonstração de produto, tá construindo awarnesses, até conversão também, por não? Mas ele não tá ali para vender, o papel dele é outro. Ele é um papel dele. Ess ele é é ele mostrar como seu produto é bom de verdade. O afiliado, a pessoa tá vendo o vídeo dele já vê que é um vendedor, então ele não tá ali para construir marca, né? O influenciador, o grande influenciador também vai trazer esse grande poder de awarnos, vai levar muita gente para conhecer sua marca, mas o mais importante, vai emprestar a credibilidade dele, a confiança dele para você, a sua marca. Então, gente, o grande influenciador, o micro nanoinfluenciador, o GC e o afiliado são completamente diferentes. Eu vejo que tem muita marca confundindo. Obviamente a gente vai falar já já de como os microinanos vão explodir, mas aqui nesse tópico é afiliado. Então, Lari, mas por que que é tão sedutor para as marcas dos afiliados? >> Que que as marcas estão vendo que elas todo mundo quer um afiliado agora? É porque é muito desafiador você gerir uma equipe de vendas própria, né, em que você tem um funil de vendas e você tem a avaliação da performance de cada vendedor, de cada SDR, BDR, de acordo como for a jornada de venda de cada um. Quando você tem uma rede de afiliados, você tem pessoas falando sobre a sua marca, então é muito sexy, né? a gente tem pessoas falando sobre a sua marca e você consegue construir uma rede, é, tem muitas pessoas falando e vendendo. Então, muitas vezes, para quem ainda não trabalha de forma estruturada com afiliados, pensa que eu vou colocar 10 pessoas falando sobre a minha marca e vai todo mundo vender. E as marcas que realmente geram resultado com afiliados, elas têm redes com centenas, milhares de afiliados de forma estruturada, com campanhas cíclicas, com estratégias de venda, cupons, existe um trabalho de gestão desse desse desse dessa rede de afiliados para que ela gere resultado. Então, gerir uma rede de afiliados dá tanto trabalho quanto gerir uma equipe comercial. E é isso que as marcas precisam entender. Você explicou muito bem agora, né, Josa, você falou, o afiliado, ele tá lhe movido por venda, ele quer comissão, ele tá motivado pelo resultado eh de vendas dele. Então, precisa precisa ser feita uma gestão da venda desse afiliado, né? Que tipo de abordagem faz sentido? Eu preciso adaptar a abordagem de cada afiliado, como é que é a rede, como é que é a rede de relacionamento de um afiliado ou de outro para que eu faça uma adaptação da comunicação? A marca precisa olhar para isso. Então precisa ser feita uma gestão. É outra equipe de vendas da marca. É, eu acho que >> não vai substituir. >> Eu acho que essa analogia perfeita porque é um é um time de vendas mesmo que você tá que você tá montando. Só que tem uma pegadinha aí porque a marca pensa: "Eu vou ter um centenas de pessoas falando eh eh trabalhando para mim, vendendo para mim. Eu se a pessoa vender, eu pago comissão. Se não vendeu, eu não pago." Só que qual é a pegadinha? Primeiro, o afiliado, ele não é só funcionário. >> Uhum. Eh, ele ele vai fazer muitas vezes um trabalho paraa sua marca de alguns vídeos. Se não vendeu, se ele viu que não funciona no mercado, que seu produto não tem aderência, ele vai pro próximo produto. Porque no TikTok Shop tem milhares de marcas falando, oferecendo para me venda, né? >> Isso. >> E também tem outro ponto, quando a marca ela é desconhecida, ela é nova, ela tem que fazer um trabalho proativo de ir atrás dos afiliados, oferecer comissões maiores para tentar atrair essas pessoas. Então o eu diria até Lari que o principal a principal problema ali no TikTok Shop, o principal desafio não é você atrair 1000 afiliados, é você mantê-los, porque eles só vão ficar se você vender e para vender você tem que ter preço bom, o seu produto tem que ser bom, enfim, tem uma série de de questões. Então as mesmas regras de outros canais que é produto bom, entrega no prazo, eh bom comissionamento, tudo isso tem que tá ali. ou você não não consegue operar esse milagre que parece milagre, né? Parece algo milagroso. Eu vou agora ter um monte de afiliado e vou vender a rodo. >> E não é bem assim. Essas marcas que estão tendo sucesso, elas elas estruturaram estruturaram verdadeiros programas né? >> É isso. E o afiliado também tá preocupado com a própria reputação dele, né? Então, se essa marca não tem um bom produto, não dá uma boa estrutura para esse afiliado vender, se mexe na comissão do afiliado, isso pode reverberar até de forma negativa pra marca né? >> Você tem que até criar, por exemplo, ah, políticas, por exemplo, afiliado que mais vendeu na semana, alguma viagem pra Europa, um prêmio a mais. Tudo isso tem que ser pensado, gente. Não é assim, soltou, né? Então, afiliados são uma super tendência e no Social Commerce para 2027. cresceu muito esse ano, vai continuar crescendo, mas é importante pensar em todos esses pontos e também nem toda marca vai conseguir vender por afiliado, né? Para começar, TikTok Shop só pode produto físico, né? Eh, a gente já recebeu, né, marca querendo formar rede de afiliados com a gente, eh, não vende produto físico, mas tentando fazer convencer as pessoas a ficarem postando no Instagram delas, no Facebook, rede social de graça, para vender uma coisa que é muito difícil de vender e que não é um produto físico. Dificilmente essa marca vai conseguir formar um time de afiliados, porque vai ser muito difícil da pessoa, é mais vantajoso para ela ir lá vender um produto físico, um TikTok Shop, né? Então na hora de acho que da marca pensar, faz sentido para mim, tem que olhar para tudo isso, mas definitivamente os afiliados >> invadiram e vão continuar invadindo aí as redes sociais, né, Lar? >> Isso aí, total. E Jos, aproveitando o gancho dos afiliados, vamos falar também sobre a próxima tendência aqui da nossa lista, que são a rede de criadores de conteúdo e comunidade. A gente vai falar aqui dessas dessas duas coisas que se misturam, né? E vou trazer um dado aqui para vocês. Entre quem segue criadores de conteúdo, 37% experimentaram uma marca pela primeira vez. Olha aí, canal de descoberta por causa de um deles nos últimos 6 meses e 41% deles dizem que o que as pessoas falam da marca pesa mais na confiança. Só só 20% citam que o que a marca fala de si é o que pesa na confiança. Então, olha só o papel que a gente tem das comunidades e dos criadores de conteúdo. E por que isso é tão importante? a gente acabou de falar, né, voltando nas nossas tendências, o papel da marca, da reputação, de como a marca se comunica com as pessoas para que as e as interpretem. Então, é o é o famoso boca a boca acontecendo, né, o analógico acontecendo de outra forma dentro de outra rede, em outro momento. E os criadores e as e a comunidade eh fazem exatamente isso pelo consumidor final, né? Eles criam rede pessoas similares com os mesmos desafios, com as mesmas dores, com o mesmo tipo de uso de um produto, de um serviço, trazendo entre si sobre como que aquilo se aplica, se aquilo realmente faz sentido. Esse é o é o verdadeiro valor, né? Porque eu tenho outra pessoa semelhante a mim, com a mesma dor que eu, com o mesmo desejo, o mesmo objetivo que eu, usando um produto ou serviço. E aí eu vejo como é que eu trago aquilo pra minha rotina, né? Eu não tô olhando só pro que a marca tá falando de si. Exatamente, Lari. As pessoas elas estão buscando cada vez mais reviews autênticos. Tanto que a gente vê nas campanhas de mídia paga, por exemplo, que os anúncios feitos com o GC, com os creators, convertem muito mais do que anúncios feitos com estética lindo, até aquela arte super bem desenvolvida. Para mim, aqui um ponto que me chama atenção e eu acho que a gente tem que ficar muito atento, é eh como o creator ele assume esse protagonismo tanto na recomendação pelas IAS, então as IAS com varrendo a internet, vendo vídeo de creators, pessoas eh usuários finais, pessoas também que foram contratadas, por que não? eh varrendo legendas, comentários que geram uma opinião da IA sobre sobre aquilo, mas também para quem tá navegando ali no dia a dia e tá sendo influenciado. E tem outro ponto, 50% das pessoas já buscam eh de forma eh muito frequente nas redes sociais. Então elas fazem, em vez de buscador, ela vai na rede social, no TikTok, no Instagram e busca sobre aquele ponto. E aí ela encontra, ela quer ver um vídeo que responda aquela pergunta dela de um criador de conteúdo. E esse vídeo ele tem que parecer autêntico, na verdade o ideal que seja autêntico, né? Que seja. E aí tem outro dado interessante. Os criadores de conteúdo que fizeram conteúdos que tem erros de som, de microfone, de iluminação, ou seja, que parecem bem caseiros, eles vendem 20% a mais que vídeos feitos por creators que parecem muito perfeitos. E isso aí vem numa contra contramão também da inteligência artificial, né, que produz tudo muito perfeito, aquela luz que é perfeita, não tem nada fora do lugar. Então as pessoas estão criando cada vez mais resistência e os dados mostram isso, uma resistência a conteúdo feito por Iá. Isso conteúdo leia-se texto, imagem, vídeo e indo para algo que aparece muito imperfeito. Porque imperfeição revela o quê? Vulnerabilidade. E as pessoas se conectam com a vulnerabilidade que vai gerar confiança. >> É isso mesmo. >> Então eu tô falando o quê? Eu, enquanto marca, eu quero criar confiança, conexão, quero convencer a pessoa que o meu produto é bom, o GC, o microinfluenciador, vai ser a melhor opção. E aqui tem uma diferenciação. A a a as pessoas confiam muito mais em microinando influencers do que nos grandes influenciadores, que tem seu papel, sim, a gente falou um pouquinho antes, né? Eles emprestam a credibilidade, mas o microinano ele vai, ele assume muito esse protagonismo. >> Uhum. Quando a marca ela consegue de maneira autêntica, sem ser pago, de forma espontânea, é o suprassumo. A gente, a gente sabe que isso é difícil, é raro, mas tem muitas marcas que elas são, t solvem realmente a dor do cliente, que elas geram uma paixão que as pessoas possam de maneira espontânea. >> Isso seria o mundo ideal, né? Mas a gente sabe que o mercado publicitário e a gente tá junto nessa, a gente acaba eh enlatando isso, né, e trazendo em forma de produto. Então, a gente já tem hoje na agência soluções onde a gente consegue colocar centenas de micro e nanoinfluencers fazendo reviews, depoimentos sobre as marcas, sem roteirizar, né? A gente manda o produto, a pessoa testa e conta a experiência dela e isso gera muito resultado para as marcas. Então, Lari, eh, com certeza para mim, eh, a, a marca que ela não colocar o GC influenciador na estratégia dela em 2027, eu ela vai perder de mercado, ela vai ter sérios problemas. >> A gente tá falando que a marca, a gente, eu vou até insistir nisso, né, sobre a marca ter que saber conversar com o seu cliente. E o que um criador de conteúdo faz pela marca é conversar com o cliente, né? ela gera um diálogo com o cliente. Então, o que até nas nossas próprias ações, como tu citou aqui, onde a gente faz ativações de 100, 200, 300 até 400 criadores simultaneamente, a gente aprende com isso, né? Como os criadores estão apresentando a minha marca, o meu produto, que tipo de abordagem gera mais resultado. Então isso gera insumo de volta pra marca, né? e entender o que que o cliente final tá valorizando. Ao invés de debater, talvez meses de pesquisa sem entender ou sem saber para onde que que a marca deve ir, os criadores de conteúdo muitas vezes vão apoiar a marca nessa nesse caminho, né? >> Excelente. E aí a marca quando ela é esperta, ela faz o quê? Ela faz ação com 100, 200, 1000 ecs todos os meses. Ela entende o que funciona melhor, o que chama mais atenção da audiência. Ela transforma isso em conteúdo pro Feed. Ela já compra os direitos dos melhores vídeos, os que performaram melhores que performaram melhor, porque a gente já viu que melhor não é o melhor filmado, não. Os que performaram melhor e ela coloca isso como anúncio na mídia paga. Então ela fecha todo um ecossistema que funciona super bem para ter um bom cque, um bom custo de aquisição. E Lari, por que que a gente colocou comunidade junto nesse tópico de creator? Porque ao mesmo tempo, então, que a gente provavelmente vai ter também as pessoas, as coisas são as coisas são cíclicas, as pessoas vão começar, tem muita marca que ela vai começar a dar script decorado, a luz que falha, o microfone que falha, a luz imperfeita vai ser muito replicada. Por enquanto, quem tá fazendo tá se dando super bem, mas daqui a pouco a gente sabe que isso vai inundar o mercado, inclusive eu direi que é uma tendência. E aí, Lari, as comunidades que já são protagonistas, inclusive a WGSN elegeu a palavra comunidade de marca, como a palavra de 2027, elas assumem um protagonismo, porque enquanto então no mundo digital que eu tenho a frieza das IA escolhendo por mim a compra por impulso no social comommerce, eu tenho também os UGCs que eu consigo inclusive fazer um fake, né, fingir que aquilo foi orgânico. Eu eu tenho um ganho, um crescimento de comunidades offline, porque as pessoas também vão procurar então algo que não possa ser hackeado, algo que não possa, né? Então essa experiência da comunidade ao vivo, ela cresce ainda mais, certo? >> É verdade, Josa. E a gente fala sobre isso, né? Eh, sobre o papel, vou abrir um parênteses aqui junto nesse insite da comunidade, sobre o papel que o criativo tem na estratégia dos anúncios. E a gente sabe que se a gente usa pessoas conhecidas, né, referências conhecidas nos criativos, a gente tem mais resultado. Quando a gente integra essa estratégia de online com offline, né, eventos, comunidades e o ambiente dentro do digital, a gente gera essa referência para as pessoas, porque as pessoas vão se reconhecer, elas vão se ver. Então isso dá mais caras conhecidas pra marca utilizar nos seus conteúdos e nos seus anúncios, porque ela vai ter essas figuras aparecendo pela marca, né? Então esse é o valor também do evento, é gerar essa conexão e isso que acontece dentro dos eventos presenciais, dentro dessas comunidades, reverbera depois na estratégia dentro do digital. Lari, então a marca, na verdade, tem que se preocupar com vários pontos de contato. O offline tem que tá presente, mas se a marca também, ela não pode fazer muitas vezes esse essa comunidade offline, ela pode fazer isso no online também, não estamos falando de grupo de WhatsApp com mensagem automatizada, né, não isso que a gente tá falando, mas a gente pode também criar essa comunidade online no digital. Então a gente tem que pensar, né? Então creator, IA, a os afiliados, quando fazer sentido, as comunidades, os micro, os naninfluencers, os macroinfluencers para você emprestar credibilidade. >> Isso. E essa comunidade inclusive ela pode juntar tier de clientes, né? Então você pode agrupar seus clientes em grupos seletos, né? Para você ter os seus clientes semelhantes fazendo o consumo dos mesmos produtos, das mesmas experiências. Então é uma excelente estratégia para as marcas terem. >> Lara, a gente tá falando muito aqui sobre inteligência artificial e as agentes comprando pela gente, compras impulsivas. A gente muitas vezes no TikTok Shop nunca viu aquela marca, aquele produto em segundos tomou uma decisão de compra. Mas também a gente sabe que existem as compras que são muito bem pensadas e elas também não são rastreáveis muitas vezes e elas, por incrível que pareça, né? E quem diria que a inteligência artificial, né, nos levaria para o branding, uma das formas de comunicação, publicidade, uma área da comunicação mais das mais antigas, as mais clássicas que temos, voltando com tudo, qual o papel do branding que já tá importante, sempre foi importante, né, gente, esse ano também, mas ano que vem ele volta com tudo. >> Uhum. É verdade. Para pensar, né, Jose? Até convidando a nossa audiência a refletir também, né? a gente falou desse encurtamento da jornada, né? A gente falou muito, muitas das estratégias aqui que a gente trouxe falam de alguma forma sobre isso, né? Eu tenho a Ia trazendo resultado, eu tenho social commerce, eu tenho busca dentro da rede social, eh, olhar e já comprar no mesmo na mesma plataforma. Eu tô encurtando a a jornada. Se eu já conheço a marca, a minha chance de ser escolhida, a chance dessa marca de ser escolhida é muito maior. É muito maior de eu perguntar, de eu até contrapor, né, a os resultados de busca que estão chegando para mim sobre a marca que eu tenho interesse ou perguntando para ZAS, inclusive a avaliação sobre aquela marca. Então, se eu não tenho nenhum tipo de memória, se eu não gero nenhum tipo de memória de marca na cabeça do cliente que eu quero atrair, o cliente vai confiar na IA. Se eu construo marca, que é gerar tudo isso que a gente acabou de falar, comunidade, ter trabalho de social, tá ativo em vários canais, olhar paraa sua reputação. Se a marca não faz isso, eu não gero memória, eu vou confiar no resultado que a IA tá me trazendo e não vou fazer a menor questão de ter uma marca ou outra dentro do meu dentro do meu resultado, né? Então, Lari, nesse bolo aí de compras, né, nesse gráfico de pizza, de como as compras são feitas, a gente tem o espaço para aquela compra do dia a dia que a gente assume, a gente tem a compra por impulso, a gente influenciada pelo influenciado pelos. A gente tem e a gente tem essa volta com o triunfal do branding soberano, onde a conexão, a emoção, algo que na verdade você não consegue nem traquear, nem medir, porque é meio invisível, ela vai fazer toda a diferença, certo? Então, nesse mundo muito sintético, muito efêmero, as marcas que conseguirem se conectar de verdade, eh criar momentos de emoção, serem memoráveis, é que vão tá no coração das pessoas, certo? Então, a gente conversou há pouco aqui o episódio também aqui no nosso podcast, gente, procurem com a Passoquita, uma marca icônica, eh, 45 anos de mercado, líder absoluto, sinônimo de Brasil. Então, uma marca dessa, ela fez o quê? Ao longo do tempo? Construiu memória afetiva, né? Então, acho que no final do dia, a compra por impulso, tudo isso é importante, a gente tem que se adaptar, mas quem quer pensar em marca em longo prazo vai ter que entrar na andar na contramão e ser aquela marca que vai no humano mesmo, no que gera, que nos faz humanos, né? Que é a emoção, que é a conexão genuína. E aí, para isso, nós marqueteiros vamos ter que quebrar a cabeça e pensar como é que eu faço para me conectar com as pessoas que estão cada vez mais distraídas com tudo isso que a gente tá falando aqui. >> É verdade >> que a gente não pode negligenciar, não. Ah, então eu não vou vendendo TikTok Shop. Não, não é isso. >> Mas eu também tenho que pensar enquanto marca, enquanto legado. E aí, enquanto legado, enquanto marca, desculpa, não é terceirizar pro chat EPT construir a sua marca. Uhum. >> Você tem que assumir a dianteira disso, encontrar formas de eh sentar com seu consumidor e se conectar com ele. >> É verdade. E aproveitando o insite que a Pasoquita trouxe, né? Eh, a Pasoquita falou muito sobre isso, né? Como é que ele se mantém relevante e seguem inovando e e é a Pasoquita trouxe, né? A gente não perde o timing. E muitas marcas, a gente tem um dado da Gartner que diz que 56% das empresas dizem não ter verba pra estratégia que planejaram. E isso acontece porque a gente faz um planejamento lá no início do ano, olha pro mercado, pro grande cenário e esquece que o mercado tá mudando muito rápido. Então a marca não pode desligar o disjuntor e deixar a estratégia no flow, né? Ou ficar injetando dinheiro só no fundo de funil, né, Jos? Então tem que ter as duas coisas. a gente tem que ter estratégia de performance, tem que ter estratégia de marca e a gente não pode perder o timing. A marca tem que estar sempre olhando para isso para ela se manter viva. >> Exatamente. Eu tô vendo cada vez mais e a gente já nasceu como a gente nasceu como uma agência de performance lá em 2018. Há algum tempo a gente na verdade viu que a gente é na verdade uma agência de growth, né? Porque a gente olha pro crescimento do negócio, isso pode envolver desde reposicionamento, rebranding até na ponta mesmo, left click, tudo isso. A gente tá olhando para tudo isso. Mas, Lari, eu tenho visto no dia a dia cada vez mais que a principal estratégia de performance tem se tornado o branding. >> Uhum. uma marca que não é conhecida, uma marca que não tem história, uma uma marca que não tem call lembrança, ela vai ter um CPA altíssimo, geralmente o custo por aquisição muito alto. Então, cada vez mais nesse mundo onde a gente tem dificuldade de traquear as coisas, que é o nosso próximo tópico, >> o branding tá se tornando, na verdade, a principal estratégia de ganho de performance e redução de CPA, o que nos leva a nossa última tendência mapeada, das mais importantes. Uhum. >> que é atribuição, como a gente conhece, vai desaparecer de vez. >> Olha só. E o que que significa isso, né, Josa? É que a gente falou agora do investimento das marcas, né, que as marcas estão eh quebrando cabeça para locar o investimento de forma assertiva no marketing. A gente tem dezenas de canais, dezenas de pontos de contato, dezenas de estratégias de venda, de marca. Como é que a gente faz para contabilizar tudo isso? E a e a resposta nada agradável é que não dá para contabilizar tudo. Tem um grupo de WhatsApp, tem alguém que compartilhou, tem alguma comunidade que tá falando sobre aquilo, algum conteúdo que você viu, aquilo não apareceu, mas dias depois você decidiu entrar no site em comprar. Então, a jornada ela tá muito eh muito não, ela não está linear, né? Isso gera pra marca uma falta de controle, né? de fato sobre aonde que eu vou atribuir. Então, a gente precisa sempre estar mapeando como os canais se influenciam conforme a gente faz a movimentação, mas a gente não vai ter o controle exato sobre tudo que tá acontecendo dentro da jornada. >> Eh, eu eu sou uma pessoa muito dos dados, sempre gostei muito de trabalhar com atribuição, estudar formas de atribuição, dashboards. E na verdade a gente tá vendo que esse funil de vendas ele não existe mais. A a a jornada de compra do consumidor, ela é caótica. Caótica no sentido de que a pessoa ela vai na IA e ela vê um review que fala da sua marca e ela não clica em nada. Então você não sabe que a pessoa nem leu sobre você. De repente ela tá navegando no TikTok, ela vê um UGC falando sobre a sua marca e consuma aquele conteúdo e não faz nada. De repente ela ela tá lendo uma notícia na imprensa e vê você lá. E aí depois em outro momento ela resolve acessar seu site para ela foi acessou seu site e converte. E aí você fala: "Nossa, veio de tráfego direto a pessoa sabia meu site, uau, como eu sou famoso, né? A minha campanha da televisão deu muito certo quando talvez ela nem tenha visto a campanha campanha da televisão. Ela leu sobre você no chat GPT, não gerou clique no link, ela depois leu na imprensa, viu um vídeo no TikTok, não clicou em nada e você não sabe de onde essa venda veio. E aí o que que a gente faz? Que que a gente faz nesse cenário? você coloca um dispositivo em cada ser humano para para ver o que ele tá fazendo, não tem como. Então, Lari, eh é com muito pesar que eu falo isso, que a gente quanto marqueteiro, vai precisar desapegar um pouco eh dessa, desse traqueamento, desse rastreamento, porque ele simplesmente não existe mais. Óbvio que existe gente, a compra que a pessoa viu, comprou, mas em geral a jornada ela é muito complexa, muito ampla. Eu acho que assim, a forma que a gente vai fazer isso é de novo voltar à maneira que era antigamente, colocar um grupo de consumidores numa sala e entrevistá-los. Olha, quando você vê a primeira vez a gente, acho que vai chegar nesse ponto. >> Uhum. >> Porque a a venda rastreável, que você sabe, todos os sites que era 5 anos atrás, entrava no Analytics, eu conseguia ver todos os anúncios que a pessoa clicou, tudo, todas as etapas, tinha muitos, muitos poucos pontos cegos. Hoje tem muitos pontos pontos claros, né? Não sei qual o oposto de ponto cego, mas tem é o é o oposto. É o oposto. Então no final tem que ter o dashboard, tem que trackar, não é isso? Mas se a marca ela olhar dessa maneira milp, ela vai errar na estratégia, porque na verdade a decisão de compra tá sendo tomada no invisível, onde ela não tá vendo. É no direct conversando com a mãe, com a irmã, é no grupo do WhatsApp, é na IA. >> Uhum. E aí, eh, isso cria um problema muito grande, porque eu tenho que sentar com o meu CFO e falar para ele que é importante investir em aparecer nas IA, mesmo que na minha atribuição as IA não apareçam. >> Difícil. Esse é um desafio muito grande, gente, para 2027. Acho que a gente tem que se preparar para ter essa conversa difícil. E desculpa, não tem como você rastrear tudo. Isso ficou no passado. E para quem criar estratégia de marketing 2027, Lari, quem começar a criar estratégia de marketing em 2027, só pensando no que é no que é traqueável, certamente vai perder mercado, vai ter muitos insucessos, porque a gente tem visto que as marcas vão precisar a voltar a apostar no que elas não conseguem traquear. >> É isso, é verdade. E quando a marca fizer a >> desculpa, deixa eu corrigir. >> Hum. Elas até conseguem traquear, mas é difícil, dá trabalho, tem que contratar instituto de pesquisa, é caro, >> tá? Só para corrigir. >> É verdade mesmo. E a gente, se a gente vê que a marca tá alocando investimento somente na última milha, né, somente no último ponto de contato, ela geralmente vai perder. Eh, até, por exemplo, as lives do TikTok, né, que a gente falou aqui, ah, mas uma live gera pico de venda. A gente tem vários resultados de muitas marcas que vendem milhões e milhões numa live. O resultado de uma live, ele vem a partir de algo que já tá funcionando nos criadores de conteúdo, que já tá funcionando na rede de afiliados, de produtos campeões, de um roteiro de abordagem, de um determinado tempo de duração para que ela funcione. Então aquele pico de venda, ele não vem isolado, não é uma estratégia isolada. Mas eu tive muitas vendas eh de um e-mail que eu enviei falando de determinada oferta, mas aquilo vinha de quantos pontos de contato, de quantos e-mails abertos, de quantos que já me acompanhavam na rede social, de quantos que assistiam o meu podcast. Então essa jornada ela tá muito integrada. Então o que que a gente prec o que sobre o que que a gente tem controle? A gente tem controle sobre a nossa mensagem. Acho que esse é o recado mais importante que eu deixaria pras marcas e pras lideranças, né? A gente tem controle sobre a nossa mensagem. O que que eu tô falando? que abordagem, como que eu apresento meu produto, meu serviço, é isso que a gente tem que tá preocupado, né, em ser consistente na nossa mensagem. Perfeito. Então, Lari, se fosse pra gente resumir esse episódio, né, das tendências de marketing para 2027, eu diria que o retrato é um pêndulo. Então, a busca automatizada, ela esconde os links, eles eles não existem mais. Isso obriga a marca a investir em milhares de micro e nanoinfluenciadores para influenciar as IA. os robôs assumindo as compras do dia a dia, aquelas chatas de rotina. E do outro lado a gente tem o algoritmo nos fazendo comprar ali sem sair do site, no TikTok Shop, aquela compra por impulso, né, sem precisar nem acessar o site do cliente. Do outro lado, né, dessa frieza, a gente tem a rebeldia em busca de confiança, né, contra a perfeição das IAS, buscando em perfeito, a vulnerabilidade dos microinando influenciadores. E aí, para fechar essa confusão, a gente tem um desespero para medir tudo isso caindo no buraco do Dark Social. Então, as empresas vão ser forçadas a investir em conexão invisível e obrigadas a abster, né, abrir mão desse traqueamento, esse rastreamento de tudo que acontece na internet, que é impossível. >> Josa, ficou incrível teu resumo. Eu acho que quem tá ouvindo, assistindo, a gente vai ter que assistir de novo essa parte aqui para poder anotar. E além disso, eu quero agradecer a todo o time da Running Digital que trouxe muitos desses insightes que vocês ouviram aqui agora. Eh Fernando Luía Felipe Breno Gabi Vanessa Isis Vittor Vanderson Rafaela, não esqueci ninguém, falei o nome de todo mundo, todo o time que contribuiu aqui com os insightes. >> Ah, gente, muito obrigado então nosso time que sentou com a gente, discutiu. Eu espero para quem tenha acompanhado aqui, tenha sido útil e possa ajudar muito nas estratégias pro ano que vem, para 2027. É o que a gente tem acompanhando no dia a dia, né? E assim a gente encerra o nosso marketing à mesa, Lari. >> Isso. E esse foi o marketing à mesa de hoje. Se você gostou de saber sobre as tendências de marketing para 2027, eu também te recomendo assistir o episódio em que a gente fala sobre, as estratégias para ranqueamento dentro da inteligência artificial. O link vai tá aqui. >> E se você não gosta de estratégia requentada, gosta de estratégia autoral, eu recomendo muito que você acesse o nosso site. O link tá na descrição. Agenda uma conversa, sente à mesa comigo, comigo e com a Larissa. para conversar sobre todos esses temas que a gente falou agora, estratégias com para aparecer nas IA, os GCIS, campanhas de TikTok, TikTok shop, planejamento estratégico, né, Lari? Nós vamos olhar pro seu negócio, fazer uma radiografia e entender o que ele precisa, o que faça sentido para gerar crescimento real, sustentável, olhando para branding e performance, né? Não só para um, nem só para outro. >> É isso. A Running Digital é uma agência especialista em TikTok for Business, em growth marketing autoral. Nós atendemos no máximo 30 contas e não 31 para que você tenha acesso aos sócios, a quem pensa e executa a sua estratégia na ponta. >> É isso mesmo. É pessoa de verdade, ser humano de verdade olhando pra sua estratégia. Obrigado por hoje. Até a próxima semana. >> Até. >> E Lari, ótimo papo. Obrigado. >> É isso. Acabou meu vinho já. >> Coloca nos comentários aí qual foi o insite mais importante para você. Boa.
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Assuntos: Plataformas e marketplaces, Marketing e SEO. Publicado no YouTube em 2026-11-03.
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