Loja virtual ou marketplace: qual traz mais lucro no longo prazo?
Publicado em
Vídeo em Português, publicado pelo canal Aprenda com Nuvemshop.
Sobre este conteúdo: O resumo, os principais pontos e os temas abaixo são gerados automaticamente a partir da transcrição do vídeo. Eles refletem o conteúdo, opiniões, afirmações e previsões apresentadas no vídeo e não representam posicionamento, validação ou verificação de fatos pelo All The Gate.
Resumo do vídeo
O vídeo discute a relação entre vender em marketplaces e em lojas próprias (D2C), destacando as vantagens e funções complementares de cada canal para o e-commerce.
Principais pontos
- O marketplace oferece tráfego rápido, volume, caixa e informações valiosas sobre os clientes, mas os dados e contatos pertencem à plataforma.
- A loja própria exige investimento em anúncios e conteúdo, mas permite construir marca, reter dados de contato e gerar recorrência de vendas.
- Pesquisas indicam que o consumidor perdeu o medo de comprar direto de marcas na internet, diminuindo a distância de confiança em relação aos marketplaces.
- Os marketplaces podem ser utilizados como ferramentas de pesquisa, utilizando avaliações e reviews de produtos para identificar dores e melhorar itens com o auxílio de inteligência artificial.
- A loja própria proporciona base de clientes, recorrência e previsibilidade financeira, permitindo maior destaque para a identidade e experiência da marca.
Temas
MarketplaceLoja PrópriaD2CE-commerceExperiência do ClienteRecorrênciaLogística
Transcrição do vídeo
Texto das legendas disponíveis; pode conter erros.
E é só pensar em vender online que a gente já esbarra nessa escolha. No marketplace você anuncia hoje e pode vender hoje, porque o público já tá lá. Na loja própria as vendas demoram a vir e cada visita custa anúncio, conteúdo e paciência. Muita loja escolhe o caminho mais rápido e anos depois [música] percebe que vende bastante, mas não tem nenhum cliente que seja dela. A resposta mais rápida pra isso [música] é usar os dois, cada um com uma função. O marketplace dá giro, caixa, volume e informação sobre o que [música] o cliente quer. A loja própria é onde você constrói sua marca, guarda o contato do cliente e vende de novo pra ele. Nesse vídeo você vai ver porque o consumidor já perdeu o medo de comprar direto da marca e como usar um canal pra alimentar o outro. O Gabriel Bódico cresceu vendendo videogames nos dois canais ao mesmo tempo e vendeu a empresa em 2023. E ele tem uma mensagem pra quem fatura alto só no marketplace. >> Tem que tá no marketplace? Tem, mas ele não pode ser o todo, tá? Ele tem que fazer parte do todo. E tem uma frase que eu sempre comento que é o seguinte assim ó: "Ah, mas eu vendo milhões, eu vendo 10, 20, 30 milhões no marketplace". Beleza, você tem uma mansão num terreno alugado. É tudo dele, cara. Cliente é dele, tudo. E ele não passa o contato por quê? Porque vale ouro. O contato do cliente vale ouro. Só que você precisa tá lá em paralelo com a sua marca própria. >> E tem mais, [roncando] uma loja que depende de um só canal compete por preço com centenas de vendedores. Pode ser trocada por outro vendedor com facilidade e fica sujeita às regras da plataforma. Uma mudança de regra pode acabar com o negócio de um dia pro outro. Durante muito tempo a loja própria tinha uma desvantagem difícil de vencer, a confiança. >> É quando você dava o clique final e ia pro checkout e ia parar em outro site, as pessoas tinham insegurança de colocar dados de cartão, os prazos de entrega eram muito demorados, 10 dias, enquanto nos marketplaces era muito menor. Então você gerava uma série de, você tinha dúvida se o produto ia chegar no final das contas. Enquanto que do outro lado você tinha a segurança. Óbvio que essa diferença, essa distância só tem se reduzido, né? Gradativamente, paulatinamente ao longo dos anos. E hoje a gente está no momento onde o consumidor de fato não tem mais esse receio. Essa lacuna se fechou. >> Os números da pesquisa da Opinion Box com o Compre & Shop, feita com mais de 1.000 consumidores em julho de 2026, vem na mesma direção. O marketplace como primeiro lugar da busca caiu de 46% para 36% em um ano. Quando preço e prazo são iguais, a preferência entre comprar no marketplace ou no site da marca já fica quase empatada. >> Não se trata de uma competição, né? Não é o marketplace versus o D2C. Cada canal tem o seu papel. O marketplace é um canal de visibilidade, é um canal de volume, é um canal talvez de recrutar novos clientes. Mas é no D2C que você constrói marca, no D2C que você traz recorrência, é no D2C que você remunera o seu custo de aquisição, é no D2C que você constrói patrimônio, é no D2C que você constrói um modelo econômico mais rentável. Os dois têm papel, eles se complementam. >> Se o marketplace é o canal de volume, ele também pode trabalhar para sua marca. O Gabriel usa as avaliações como pesquisa de produto. >> Todo pedido, cara, ele vai deixar algumas informações para você construir produto e marca. Desde review, análise. Ah, estou pensando em fazer um produto X, já tem gente vendendo lá. Você pode olhar a os reviews desse anúncio. E você pode pegar dores, problemas, desafios. Você pode dar um Ctrl C, Ctrl V de ponta a ponta, jogar no ChatGPT, num Claude da da e falar: "Pontos, me dá os pontos altos e baixos aqui desse anúncio. E opa, dá para melhorar isso aqui, melhorar isso aqui lá. >> Além dos dados, tem o caixa. O giro rápido do marketplace permite testar um produto, validar e escalar. E o volume ajuda negociar melhor com o fornecedor. O Gabriel também coloca um folheto em cada pedido que é vendido no marketplace, apresentando a loja própria. Mas algumas plataformas não permitem mais fazer isso. Então confira as regras antes de enviar. Na loja própria, o valor tá em outro lugar e pode ser resumido em três palavras. >> Base, recorrência e previsibilidade. Que que é a base? A base é contato e ela não pode parar de crescer. Você tem que ser dono do contato e tem que ser quente, tá? Então cara, a base de clientes, a recorrência, simplesmente comprar de novo. Se você vende pontualmente uma vez, você não tem negócio, você só tá vendendo. Previsibilidade. As empresas que tem valor são as empresas previsíveis. Se eu colocar tantos leads aqui, minha taxa de conversão é essa, eu vou faturar tanto. >> A loja própria também é onde a sua marca aparece inteira e não com um produto perdido numa lista de preços. >> Ao simplesmente listar preço, a sua marca não aparece. A sua experiência de loja não é levada em consideração. E a proximidade do consumidor com a sua loja também não é levada em consideração. No momento em que você >> traz >> um ótimo produto numa ótima plataforma com uma entrega de ultra conveniência, o que que você tá fazendo? Você tá ganhando competitividade. Você tá passando a dizer para o cliente: "Você vai se lembrar da minha experiência de loja que é maravilhosa ou da experiência do meu produto que é maravilhoso e vai poder receber isso muito rápido, não só porque o preço é barato numa lista de preço que comparou o meu produto com outros 50 produtos que não tem a minha experiência". Isso significa então você ser muito mais competitivo. >> E tem empresa grande fazendo essa conta também. A King Sneakers decidiu ficar fora dos marketplaces. >> Essa movimentação de homem e marketplace, eu já fiz conta de lá para cá e nunca bateu as minhas contas e eu falei: "Cara, é nesse jogo eu não quero jogar". >> Em vez disso, a King decidiu ligar o estoque da sua 160 lojas físicas ao site para entregar mais rápido em todo o país. A meta é que o online chegue a 30 ou 40% do faturamento em um ano e meio a dois. >> O marketplace traz volume e caixa e o cliente que compra lá continua sendo da plataforma. A loja própria demora mais, mas ela é quem guarda o contato e a recompra. Mantenha os dois. Leia o que o marketplace te ensina sobre o produto e use o site para construir a base de clientes que vai sustentar a loja daqui a alguns anos. Se esse vídeo te ajudou a decidir onde colocar energia, se inscreva aqui no canal. Toda semana tem conteúdo com muita informação e experiências reais para evoluir a sua jornada no e-commerce. Até mais.
Assistir ao vídeo original no YouTube
Assuntos: E-commerce, Plataformas e marketplaces, Marketing e SEO. Publicado no YouTube em 2026-11-06.
Seleção automática por assunto e idioma. O vídeo pertence ao canal de origem.
Comentários
Postar um comentário